Meu querido Vale da Vilariça, a quantos vês passar, quantos viste nascer.
És tão belo e formoso. Paisagens sem fim.
AR puro que respiras e deixas respirar, é tão fácil te amar.
Estou com saudades, tenho de te voltar a visitar. Vilarelhos e a sua festa se aproximam, e a capela da Nossa Sra dos Anúncios Bem lá no alto vai voltar a brilhar numa explicação sem fim.
Vilarelhos, terras de Olivais e Amendoeiras sem fim, que tanto é Belo na Primeira, Verão Outono e Inverno. Tu que vês o Sol nascer, e finais de tarde do soalheiro no belo banco que outrora foi da avô Sofia Augusta, tu que vês ao longe o belo do cume da Serra de Bornes cheia de Neve no Inverno, e Florido no Verão.
Tu que tantas memórias tens, das gentes daí e pelos por aí percorreram. Porque tão belo és. Mergulhos na Barragem para os mais jovens que já poucos os são. Um lugar com um enorme volume de pessoas envelhecidas, mas só pelo exterior pois o espírito esse permanece jovem. Oh meu querido Sr Manuel que todos os dias essas sabias pernas te levam ao vale do Mendo, e ai te tornas eternamente jovem.
À lugares que amamos e pessoas que amamos desde o primeiro instante.
Obrigada Vale da Vilariça, Vilarelhos e aos meus sogros que os amei desde que os conheci.
Carla Soares 30-06-2017
Sem comentários:
Enviar um comentário